
A CASA

A Casa Na Árvore Filmes® é um estúdio autoral e criativo,
especializado em filmes de marca com assinatura cinematográfica.
Há 26 anos, transformamos estratégia em linguagem por meio do audiovisual.
Criamos filmes que ajudam marcas a ampliar valor percebido, comunicar
autoridade e gerar impacto real.
Perseguimos a forma mais precisa de contar o que a marca precisa dizer,
com verdade, intenção e força estética.
Afinal, toda marca que tem algo verdadeiro a dizer merece um lugar onde
sua história possa ganhar altura.
É pra isso que a Casa existe.
MERGULHO ESTRATÉGICO
Todo filme começa antes da câmera.
Começa no mergulho, na escuta, na leitura do contexto, no entendimento
do negócio,do momento da marca e do que realmente precisa ser dito.
DIREÇÃO AUTORAL
Desse processo nasce a direção, com uma visão autoral clara, guiada por
repertório e sensibilidade, com linguagem cinematográfica, decisões criativas
precisas e alinhada ao que cada projeto precisa comunicar.
IMPACTO REAL
É no storytelling que tudo ganha sentido.
Conectamos pessoas, histórias e marcas, transformando estratégia
em narrativa, narrativa em significado e significado em valor.
SOBRE NÓS

DIRETORES



Diretor de Cena
Diretor de Fotografia
Fotógrafo
Douglas Frigeri
Alexandre Fachin
Diretor de Cena
Publicitário
Era uma vez…
Filho de fotógrafos, minha história profissional começou aos 10 anos de idade, no laboratório preto e branco, e de lá para o estúdio, do retrato até a fotografia de alimentos.
Em família eu aprendi fotografia, um pouco de marcenaria, elétrica, eletrônica, criar codornas e coelhos, a cozinhar, programar em BASIC, a gostar de ciência, usar ferramentas, gostar de receitas com histórias, a brincar até cair a noite e um número sem fim de coisas que me deram uma infância muito rica.
E foi assim que eu descobri que tudo tem história. Pessoas têm. Comidas têm. E pra descobrir essas histórias, é preciso escutar, é preciso se colocar no lugar do outro. O que eu busco em cada filme é aquela gota de verdade, escondida, às vezes invisível, que quando vem à tona rouba a cena e entrega tudo. E quando isso acontece, eu reconheço imediatamente… “era isso que eu estava procurando aqui.”
A fotografia me levou pra direção de fotografia, depois para a direção de cena, até que em 2000, iniciei a Casa Na Árvore Filmes e nessa casa sigo até hoje, contando histórias e fazendo filmes, junto com uma equipe de pessoas talentosas que seguem aqui, brincando junto.
Eu sou aquele nerd que assistiu COSMOS com Carl Sagan, que queria ser astronauta, regente de orquestra, arquiteto. E de todo esse colorido, eu entendi que não existe experiência perdida, não existe caminho em vão, tudo é combustível, é matéria para a vida. Eu uso tudo o que eu aprendi. É isso que me faz amar o que fazemos aqui na Casa Na Árvore Filmes.
Afinal, quem nunca sonhou em ter uma casa na árvore?
Douglas Frigeri, o Tôca.
Eu cresci habitando outros mundos. Quadrinhos, games, ficção científica, indie rock, literatura fantástica e a paixão pelo cinema foram os primeiros universos que formaram meu olhar. Mas todo esse repertório lúdico e visual ainda ganharia um ingrediente secreto para ajudar a formar minha visão de diretor: o futebol. O sentimento, o grito, a angústia, a alegria e a explosão da torcida trouxeram humanidade e sensibilidade para o meu trabalho. A soma perfeita entre criatividade e coração.
A minha trajetória começou pela pós-produção, onde construí uma base técnica e sensível como editor, montador e motion designer. Durante anos, aliás, acreditei que o motion design seria meu único destino, até perceber que o que realmente me movia era somar com pessoas criativas ao meu redor. Então, comecei a dirigir os projetos em que me envolvia, liderando equipes e tomando as decisões criativas que dão vida às histórias. Essa virada me colocou dentro do estúdio e na direção de cena, onde já são mais de 20 anos no audiovisual, atualmente dirigindo filmes publicitários para marcas, animações, comerciais de TV, manifestos e institucionais.
Os filmes que dirijo geralmente são coloridos, vibrantes e cheios de vida. Mas no centro de cada trabalho, sempre me faço a mesma pergunta: isso vai tocar alguém? Um sorriso, uma gargalhada, um nó na garganta — qualquer reação que prove que aquela história vai além da superfície. Para isso, tenho a empatia como ferramenta de trabalho: com os atores, com a equipe, com o cliente.
Um estilo que nasceu dos universos que aprendi a amar desde criança.
